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EP#2

Mineração: a ciência soterrada

No nosso segundo episódio sobre a mineração em Minas Gerais, você vai conhecer a ciência suja que viabiliza empreendimentos que colocam em risco o ecossistema e a comunidade. E como isso remonta às origens do nosso país e do próprio capitalismo. 

Guerra de laudos, sistema perito de deslegitimação… por trás de estratégias com nomes técnicos, há muito sofrimento da população local. 


O Ciência Suja tem o apoio do Instituto Serrapilheira.


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Abaixo, as respostas das mineradoras na íntegra:  


Resposta da Vale às 21 perguntas que fizemos sobre temas abordados nos dois episódios:

“ Agradecemos pelo contato e deixo, abaixo, o link do nosso release divulgado à imprensa sobre o Projeto Apolo por ocasião das audiências públicas.

No nosso site www.vale.com/imprensa você e equipe encontrarão as nossas informações disponíveis sobre barragens e o trabalho de Reparação em Brumadinho.

https://vale.com/pt/w/vale-promove-audiencias-publicas-em-santa-barbara-e-caete-do-novo-conceito-do-projeto-apolo/-/categories/985604


Resposta da MR Mineração, citada no episódio anterior:

Em atenção a solicitação encaminhada ao Fale Conosco em 20 de maio de 2024 (formulário de atendimento online do site e e-mail), viemos através deste e-mail tecer as considerações com relação aos pontos questionados.

  1. Com relação aos direitos minerários da Mina do Baú, informamos que alguns dos direitos minerários são objeto de arrendamento minerário junto a Vale.

  2. A MR Mineração informa que desconhece o projeto Baú-Maquiné, mencionado nesta solicitação;

  3. A MR Mineração não possui previsão de expansão de suas atividades para além das atualmente realizadas;

Ressaltamos que todas as informações da empresa são divulgadas através de nossos canais oficiais, através do nosso site (www.mrmineracao.com) e, de nossos perfis oficiais no Instagram e Facebook.

ENTREVISTADOS

Daniela Campolina

bióloga com mestrado e doutorado na área de educação. Ela também é professora da Escola Municipal Honorina Giannetti, em Rio Acima (MG) e coordenadora do Grupo de Pesquisa Educação, Mineração e Território (Edumite), ligado ao Instituto de Geociências da UFMG.

Horácio Araóz

cientista político, professor da Universidade Nacional de Catamarca e pesquisador do Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia (Conicet), ambos na Argentina. Atualmente é pesquisador convidado da Universidade Federal de Ouro Preto.

Maurício Angelo

jornalista e fundador do Observatório da Mineração, um portal sobre o setor extrativo no Brasil, especialmente o minerário. Ele também é pesquisador do Centro de Desenvolvimento Sustentável da Universidade de Brasília.

Klemens Laschefski

professor do Instituto de Geociências, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Flávio do Carmo

biólogo com doutorado em Conservação e Manejo da Vida Silvestre pela Universidade Federal de Minas Gerais. Ele faz parte do Instituto Prístino.

Jan Morril

gerente da Earthworks, uma organização global que apoia comunidades que estão em contato direto com projetos extrativistas, como a mineração.

Talita Gantus

engenheira geóloga pela Universidade Federal de Ouro Preto, com doutorado em Geociências na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Gustavo Gazinelli

engenheiro de produção, professor da Universidade Federal de Juiz de Fora e pesquisador do Núcleo de Política, Economia, Mineração, Ambiente e Sociedade (Poemas).

Bruno Milanez

engenheiro de produção, professor da Universidade Federal de Juiz de Fora e pesquisador do Núcleo de Política, Economia, Mineração, Ambiente e Sociedade (Poemas).

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