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PÍLULA

Ciência aberta: entre tretas e promessas

Na reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), nossa roteirista e produtora Chloé Pinheiro mediou um debate com o sociólogo Luiz Augusto Campos (UERJ) e a farmacêutica Clarissa Carneiro (Serrapilheira) sobre ciência aberta. A conversa foi gravada, e você pode ouvir agora os conflitos e as virtudes desse modelo de produção e comunicação da ciência.

ERRATA: no episódio, afirmamos que o modelo duplo cego de revisão por pares é o mais comum na ciência. Na verdade, ele é dominante nas humanas, mas não em todas as outras áreas, como a bioquímica. Desculpem pelo tropeço!


O Ciência Suja tem apoio do Instituto Serrapilheira, que fomenta a ciência e a divulgação científica no Brasil.


Para participar do financiamento coletivo do Ciência Suja e conferir o material complementar do episódio, acesse o site: cienciasuja.com.br


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Foto da capa do episódio: Diego Padilha/ Instituto Serrapilheira




ENTREVISTADOS

Luiz Augusto Campos

sociólogo, professor da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, editor-chefe do periódico Dados e consultor da temporada de racismo e colonialismo científico do Ciência Suja.

Clarissa Carneiro

farmacêutica e gestora de dados do Instituto Serrapilheira

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